Abracadabra: Antes  do jogo de ida entre Barcelona e Arsenal, pelas oitavas de final da Champions League, Luis Enrique disse que só precisava falar a palavrinha mágica para despertar a própria mágica do trio MSN. Pobre Arsenal, jamais conseguiu um contra-feitiço para o time catalão, que dirá para os três atacantes mais avassaladores do futebol mundial. Nem com tiros de canhão.  

Fantasminha camarada: Motivados pela homenagem a Verón, eterno carrasco do Cruzeiro, os torcedores da Raposa emularam os xeneizes no Superclasico argentino da Libertadores ano passado e colocaram um drone para sobrevoar sobre o jogo do Atlético-MG com o fantasma da Série B. Olhando o retrospecto da "assombração" da até para o atleticanos se animarem e transformarem o B em Bi.  

Felipe Torres/Goal.com

Ordinário extraordinário: É o terceiro ano seguido em que o Cariocão rende a demissão de um técnico do Fluminense. Após Renato Gaúcho e Cristóvão Borges, foi a vez de Eduardo Baptista sucumbir ao estadual mais charmoso do Brasil. Aquele mesmo, o que não vale nada... Pois para o Tricolor parece estar sempre valendo muito.  

Malhando o judas: Jogador é contratado, cria vínculo com a torcida, mas após um ou dois tropeços, uma caça às bruxas é feita. Eis que o são-paulino era corintiano quando criança. Pronto, acabou o amor, isso aqui já virou o inferno. Para os críticas, Michel Bastos manda avisar que vão ter que engolir. 

Alexandre Schneider / Getty Images

Medalha ou troféu: O sorteio da Copa América Centenário colocou a Seleção Brasileira em um grupo tranquilo, mas o dilema agora é outro: Copa América ou Olimpíadas? Para onde irá Neymar. Defender as duas competições está praticamente descartado, então é hora de Dunga pesar qual a mais relevante. Nem mil expulsões de Felipe Mello será tão cruel para treinador do que errar na decisão e acabar falhando nas duas - e corre o risco hein!  

Herói moderno: Nas eleições da FIFA, realizadas nesta sexta, Gianni Infantino, idealizador do Fair Play Financeiro da UEFA, e o Sheik Salman Al Khalifa, acusado de violação dos direitos humanos no Bahrein, era os favoritos. Praticante um duelo entre o mocinho e o vilão. Se o bem sempre vence no final, Infantino também venceu. Mas como disse Nicolau Maquiavel, dê poder ao homem e verás quem ele é. Aguardemos os próximos capítulos para descobrir se o herói também não se transforma em vilão. 


Fonte: Olé do Brasil.