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26/02/2016

Trocando de Placas no Allianz Park

FEB. 26, 2016
Vista do gramado da Arena Allianz Parque, na Zona Oeste da capital paulista. Segundo Alexandre Costa, gerente geral da empresa que administra o estádio, todo o gramado do estádio será substituído para minimizar os danos causados por shows.
Empresas responsáveis pelo estádio alviverde aceitarão imposições da Conmebol 

(Foto: Fernando Dantas/Gazeta Press)

A construtora WTorre e a Allianz, detentora dos naming rights do Palestra Itália, decidiram acatar as exigências da Conmebol em relação aos anunciantes nos estádios da Copa Libertadores e aceitarão esconder suas marcas durante as partidas do Palmeiras pela competição.

Em carta aberta, a construtora e administradora do estádio, WTorre, afirmou que a decisão foi um pedido do Verdão, que poderia ter de mudar o local da partida contra o Rosario Central, na próxima quinta-feira, caso as empresas não aceitassem as condições impostas pela entidade máxima do futebol sul-americano.

“A pedido do Palmeiras, WTorre e Allianz, que batiza a nova casa palmeirense no mais longo contrato de naming rights do País, abrem mão de fazer valer seus direitos. E o fazemos por dois motivos primordiais: primeiro porque não há neste país quem não saiba o que significa o nome Allianz Parque ou desconheça o seu endereço. Segundo porque também somos torcedores e entendemos a importância da disputa se dar na casa do Palmeiras. Estamos dando valor a quem gera valor”, disse a empresa.

O torcedor palmeirense fez questão de fazer valer o fator casa e deverá lotar o Palestra Itália no jogo contra os argentinos, na estreia do time em casa pela Libertadores. Até o final da tarde desta sexta-feira, mais de 27 mil ingressos já haviam sido vendidos, e um setor (Gol Norte) foi esgotado.

O Verdão jogará quatro vezes consecutivas em sua arena nas próximas semanas: primeiro, contra a Ferroviária, neste domingo, pelo Paulista; depois, contra o Rosario, na quinta (03/03); no dia 6 de março, terá pela frente o Capivariano pelo Estadual e, por fim, terminará a sequência no Palestra Itália contra o Nacional-URU, pela Liberta, no dia 9.

Leia, na íntegra, a carta aberta emitida pela WTorre nesta sexta:

“É inegável o espaço que a Copa Libertadores da América conquistou nos últimos anos junto à torcida brasileira. Quem ergue o magnífico troféu ganha também o cobiçado passaporte para enfrentar os melhores times do mundo, normalmente nos gramados japoneses.

A caminhada do Palmeiras rumo a este objetivo começou no dia 3 de dezembro de 2015 com a já histórica conquista da Copa do Brasil. O próximo capítulo se escreve agora, dia 3 de março, quando o Palmeiras entra em campo para receber os argentinos do Rosário Central.

A Libertadores – e tudo a que ela dá direito – é grande demais para que o Palmeiras tenha outra preocupação que não o esquema tático de jogo. Se o fator casa faz diferença em qualquer disputa, imagine-se o peso que não tem o Allianz Parque nesta longa e difícil caminhada? Por outro lado, o torcedor palmeirense acostumou-se a uma casa de alto padrão. Não os condenaríamos a voltar aos tempos de banheiros químicos, quando eles têm o Allianz Parque e  todo o conforto e modernidade que ele oferece.

A WTorre entende que o que está em jogo é muito mais que atender ou não às demandas impostas por quem hoje se diz dono do jogo.

A pedido do Palmeiras, WTorre e Allianz, que batiza a nova casa palmeirense no mais longo contrato de naming rights do País,  abrem mão de fazer valer seus direitos. E o fazemos por dois motivos primordiais: primeiro porque, como dissemos em nosso manifesto anterior, não há neste país, quem não saiba o que significa o nome Allianz Parque ou desconheça o seu endereço. Segundo porque também somos torcedores e entendemos a importância da disputa se dar na casa do Palmeiras. Estamos dando valor a quem gera valor”

Fonte: Olé do Brasil.

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