- Eu não posso dizer que foi a melhor partida do ano, porque seria uma contradição, porque eu reclamei dos gols perdidos. Se o América-MG faz dois, três gols no primeiro tempo, eu diria que foi a melhor partida, mas nós não ganhamos. Tínhamos que ganhar para continuar com o sonho. Se a gente tivesse ganhado, dependendo dos outros resultados, estaríamos na semifinal da liga. Como não ganhamos, não posso dizer que foi a melhor partida. Foi muito boa, mas a melhor não.
O resultado de 1 a 1 evidenciou dois problemas no time americano. O baixo aproveitamento no ataque, já que o Coelho criou várias chances e marcou apenas uma vez, e o gol sofrido em lance de bola parada. O gol do Atlético-MG saiu após um escanteio curto batido pelo time de Diego Aguirre. Dátolo recebeu, chutou cruzado e marcou, contando com desvio na defesa americana, que matou o goleiro João Ricardo. Givanildo Oliveira explicou que a falha no lance do gol não foi por falta de treinamento, e sim uma fatalidade.
- Eu acho horrível quando acontece isso com um time que estou dirigindo, tomar um gol de bola parada, de escanteio, de bola de lado. A gente treina e toma um gol de bola parada. São coisas do jogo. O nome já diz, é jogo, você tem que errar, não tem como.
Fonte: Olé do Brasil





