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11/03/2016

Os três atos da narrativa do Galo para voltar do Chile com um bom empate

Depois de um primeiro tempo seguro, Dátolo entra e muda a cara do time. Ao sair com uma lesão muscular, time se fecha e segura pressão contra o Colo-Colo
11/03/2016 13h14 - Atualizado em 11/03/2016 13h14
Por André Lucas
Belo Horizonte

As maiores narrativas da literatura seguem o esquema de três atos. Começam com a introdução, expondo uma situação inicial; depois vem o desenvolvimento, com o problema e o clímax; e por fim, a conclusão, com a resolução da história e normalmente o final feliz. A história do Atlético-MG contra o Colo-Colo, em Santiago, não teve os roteiros dramáticos de 2013, quando o clube conquistou a América com tramas emocionantes , mas seguiu os passos de um drama, com o meia argentino Dátolo como protagonista principal enquanto esteve em cena.

Robinho, que tinha tudo para ser a estrela, acabou ficando de fora da peça devido a um problema médico. A saída do camisa 07 abriu espaço para Patric assumir a vaga no time titular. E a presença do lateral, que mais uma vez entrou como ponta esquerda, foi fundamental para o equilíbrio do jogo no primeiro tempo. Com muita pressão, o Atlético-MG não deu espaço para o Colo-Colo e dificultou bastante a saída de jogo do time chileno.

Pressão do Atlético-MG evitou qualquer perigo do Colo-Colo (Foto: GloboEsporte.com)1º ato: Pressão do Atlético-MG evitou qualquer perigo do Colo-Colo (Foto: Olé do Brasil)

Na esquerda, Patric formou dupla com Douglas Santos, enquanto Luan e Marcos Rocha fecharam o lado direito. Sem saída pelo meio, que estava embolado, o Colo-Colo não produziu chances de perigo. Do outro lado, o Galo não fez o goleiro Villar trabalhar nenhuma vez. Faltava um toque a mais ou um chute de fora da área para o time acordar.

Fonte: Olé do Brasil.

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